
Future Days: Krautrock and the Building of Modern Germany
Uma história do krautrock que se recusa a separar os discos do país que os produziu
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Uma história do krautrock que se recusa a separar os discos do país que os produziu
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O livro sobre o Can que é em parte biografia, em parte arquivo e em parte continuação do próprio método da banda
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O livrinho que virou parte da própria história do krautrock
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Não é um livro para iniciantes: é um sistema de túneis
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Uma história ampla e generosa do prog britânico que lembra que o gênero era maior do que quatro bandas de estádio
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Uma história do prog para quem quer ver o espetáculo, além de ler sobre ele
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Uma narrativa compacta sobre como o prog se tornou enorme, ridículo para seus inimigos e impossível de matar
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O livro sobre prog para quem quer discutir o que “progressivo” realmente significa
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A biografia do King Crimson que precisou crescer junto com a banda
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Uma biografia do Yes escrita por um jornalista que viu a banda se transformar no Yes
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Genesis conta a própria história, o que é ao mesmo tempo a atração e a ressalva
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A história de Steve Hackett no Genesis é mais silenciosa do que a mitologia do rock, e esse é justamente o seu valor
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Peter Gabriel depois do Genesis não é um epílogo
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Brian Eno é menos uma carreira convencional do que uma rede de métodos conectados
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Roxy Music propôs uma ideia diferente do que uma banda de rock poderia conter
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Pink Floyd visto do banco da bateria, com menos raios mitológicos do que se imagina
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A biografia do Pink Floyd para ler quando a memória de um único integrante não basta
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Uma biografia do Pink Floyd cuja idade faz parte de seu valor
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Recuperando Syd Barrett da parábola de advertência construída ao redor dele
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Psicodelia é um ambiente cultural, não uma lista de efeitos
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O underground ocultista dos anos 1960, onde o flower power encontra um clima muito mais estranho
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A história do LSD antes de ele virar parte da paisagem do rock psicodélico
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A revolução psicodélica como colisão americana entre ciência, misticismo e cultura de massa
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O Summer of Love faz mais sentido quando o bairro volta a ser um lugar real
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Os anos 1960 psicodélicos escritos antes que alguém soubesse como a década terminaria
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Setecentas páginas não são exagero quando a banda virou seu próprio ecossistema
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A biografia que ajudou a transformar Jim Morrison de cantor morto em mito permanente do rock
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A história de The Doors contada pelo homem no órgão e por um dos mais fervorosos defensores de Morrison
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As memórias de The Doors menos interessadas em fingir que a viagem foi inofensiva
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A vida de Arthur Lee é muito mais bagunçada do que a perfeição associada a *Forever Changes*
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Hendrix como ser humano antes de virar o logotipo da guitarra elétrica
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Um livro sobre Hendrix menos interessado no itinerário do que nas consequências
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Uma biografia de Hendrix com história editorial quase tão importante quanto seu argumento
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Um produtor atravessando uma quantidade improvável de encruzilhadas dos anos 1960
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A música folk britânica tratada como máquina de inventar o passado e imaginar o futuro
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O folk-rock deixa o café e se transforma em vários futuros diferentes ao mesmo tempo
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Como músicos folk ligaram seus instrumentos na tomada e, sem querer, reorganizaram a música popular
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O sonho vira uma corporação extremamente lucrativa
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Uma história do rock em que o personagem principal é um bairro
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Laurel Canyon em vozes, fotografias e memória física
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O catálogo dos Beatles transformado em um mapa dos anos 1960
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A biografia dos Beatles que gasta quase mil páginas para chegar a 1962 e faz a decisão parecer racional
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O livro dos Beatles que você abre porque alguém perguntou o que aconteceu na EMI numa terça-feira específica
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Os Beatles contam a história dos Beatles, incluindo o Beatle que já não podia ser entrevistado
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A versão de Paul McCartney dos anos 1960, moldada por centenas de horas de conversa
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Abbey Road lembrada de trás da mesa, com uma enorme ressalva: memória não é folha de sessão
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George Martin antes de virar sinônimo de “o quinto Beatle”
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Keith Richards escreve a história de Keith Richards e passa centenas de páginas complicando a caricatura
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O Rolling Stone quieto estava guardando os recibos
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Os Stones respondem coletivamente
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Pete Townshend devolve a pergunta sobre identidade para si mesmo
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The Who visto pelo homem cujo trabalho era dar corpo às ideias de Townshend
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Dez anos dentro da órbita de Keith Moon, onde a anedota deixa de ser inofensiva
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Ray Davies transforma a si mesmo num personagem pouco confiável dentro da própria autobiografia
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A biografia de The Kinks construída por pessoas que raramente concordam sobre a mesma banda
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Uma biografia de Bowie escrita antes do ato final de Bowie
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Bowie reconstruído como uma sala cheia de pessoas que não conseguem concordar sobre ele
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O livro sobre Bowie que você não termina tanto quanto instala
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O mais próximo que Bowie publicou de uma autobiografia é um livro gigantesco sobre Ziggy
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A artificialidade do glam não é fuga de significado; ela é o argumento
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O livro sobre Ziggy Stardust que pergunta de onde veio o alienígena antes de aterrissar
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Uma história de Roxy Music que chega ao destino quase exatamente quando a banda começa
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A biografia de Bowie que precisou continuar mudando porque Bowie continuou mudando
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A biografia de Lou Reed continua mudando de forma porque Lou Reed continuava resistindo à forma que o público preferia
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A história do punk contada por uma sala cheia de pessoas que raramente concordam sobre quem inventou qualquer coisa
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O livro de estúdio dos Beatles que reconstrói o laboratório em vez de recontar a lenda
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Quinze estúdios americanos tratados como instrumentos com endereço
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Trinta e sete produtores explicam por que “produtor” não é um único trabalho
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Abbey Road é apenas a porta da frente da história da gravação britânica
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O sintetizador não foi inventado uma única vez; pessoas negociaram aquilo que o instrumento se tornaria
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O livro de sintetizadores de uma época em que “vintage” ainda podia significar que alguém se lembrava de ter comprado o instrumento novo
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Uma história dos sintetizadores que, em algum momento, espera que você pare de ler e faça um patch
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Uma alternativa ao órgão de igreja se torna um dos instrumentos mais físicos do jazz, soul e rock
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A história dos Beatles recontada pelos objetos que eles realmente seguravam
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Seiscentas e setenta e duas páginas provando que “Keith Richards toca Telecaster” explica quase nada
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Doze guitarras emblemáticas, um século de pessoas descobrindo que eletricidade é uma excelente fonte de confusão
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Dois homens muito diferentes viram atalhos para duas famílias de guitarras que o rock nunca deixa de comparar
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Uma guitarra quebrada transforma um músico em historiador acidental
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Um coffee-table book da época em que uma capa de disco era quase do tamanho da própria mesa de centro
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A primeira grande monografia de Roger Dean prova que capas de discos eram apenas uma parte do mundo que ele estava projetando
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Hipgnosis finalmente recebe o tipo de catálogo normalmente reservado aos museus
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O livro da Hipgnosis que mostra como uma imagem aparentemente impossível era feita antes de virar inevitável
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A história visual do Pink Floyd pelo designer que repetidamente transformava ideias abstratas em problemas físicos
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O livro precisou mudar de título porque Barney Bubbles ficou maior do que a primeira edição conseguia conter
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Uma história das capas organizada pelo que as imagens fazem, e não por quando os designers as fizeram
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Uma lista das cem melhores que é útil justamente porque ninguém consegue provar que ela está certa
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O punk fica mais interessante quando alguém explica o país que precisava dele
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A consequência mais radical do punk foi músicos deixarem de obedecer ao punk
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Treze bandas explicam como “alternative rock” existia havia uma década antes de o mainstream descobrir o rótulo
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Lester Bangs é útil porque lembra à escrita musical que deve existir uma mente visível por trás da informação
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Um livro de rock que pergunta que tipo de país pode ser ouvido dentro de um disco
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História do rock escrita enquanto o cânone ainda estava derretendo
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Oitocentas páginas dedicadas à maquinaria cultural por trás de um single de três minutos
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O instrumento de Bill Graham era o evento
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Woodstock fica mais interessante quando o símbolo é desdobrado de volta numa programação
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O livro sobre festivais para leitores que já passaram do cartaz do lineup
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A biografia de Led Zeppelin que virou parte da mitologia de Led Zeppelin
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A biografia de Led Zeppelin para ler depois de *Hammer of the Gods* quando você quer que o caso seja reaberto
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Bob Dylan escreve memórias e recusa a rota óbvia pelos próprios monumentos
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Oitocentas páginas dedicadas a um músico cujo método depende de se recusar a ficar preso numa única forma
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