Arquivo editorial da RetroForge
Guias de álbuns clássicos
Guias históricos compactos dos Álbuns essenciais, Achados menos óbvios e discos complementares selecionados nos arquivos da RetroForge sobre bandas de rock progressivo, psicodélico e krautrock. São páginas editoriais sobre discos históricos reais — não lançamentos da RetroForge nem Encartes.
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Exibindo 265 guias
King Crimson
In the Court of the Crimson King
Um disco de contrastes violentos: jazz rock distorcido, quietude acústica, Mellotron orquestral e improvisação aberta organizados num arco dramático ininterrupto.
Álbum essencialRed
Uma declaração final densa e agressiva do período Wetton/Bruford, construída com força condensada, ritmo instável e a longa ascensão emocional de Starless.
Álbum essencialLarks' Tongues in Aspic
O primeiro álbum de Wetton/Bruford substitui a grandiosidade sinfônica da estreia por riffs assimétricos, violino, teatro percussivo e o caos de objetos encontrados de Jamie Muir.
Achado menos óbvioStarless and Bible Black
Um álbum de estúdio montado em grande parte com improvisação ao vivo, preservando o perigo e a instabilidade da formação de turnê.
Achado menos óbvioDiscipline
A reinvenção dos anos 1980 apresenta guitarras interligadas, ritmo rigorosamente organizado e a personalidade fragmentada da voz e da guitarra de Adrian Belew.
Achado menos óbvioThe ConstruKction of Light
Um álbum tardio denso, metálico e industrial, cujas estruturas severas recompensam audições repetidas.
Yes
Close to the Edge
Três composições extensas formam um ápice altamente unificado de estrutura de forma longa, surpresa rítmica, riqueza harmônica e transcendência melódica.
Álbum essencialFragile
O primeiro álbum completo da formação clássica equilibra grandes peças do conjunto com breves destaques individuais, tornando o papel de cada músico excepcionalmente visível.
Álbum essencialRelayer
O Yes em sua fase mais agressiva e ritmicamente intensa, unindo a batalha de Gates of Delirium à velocidade do jazz fusion e a uma peça final luminosa.
Achado menos óbvioGoing for the One
Uma declaração mais concisa do fim dos anos 1970, marcada pelo retorno de Rick Wakeman e por um equilíbrio renovado entre canções diretas e arranjos em grande escala.
Achado menos óbvioTales from Topographic Oceans
Quatro peças ocupando um lado inteiro levam a ambição espiritual e estrutural da banda ao extremo que mais dividiu opiniões.
Achado menos óbvioDrama
A formação com Trevor Horn e Geoff Downes cria um álbum vigoroso e incomum que fica fora do padrão da era Anderson, mas continua sendo inequivocamente Yes.
Genesis
Selling England by the Pound
Um álbum muito equilibrado da era Gabriel, combinando observação social inglesa, atmosfera pastoral, complexidade de conjunto e narrativa teatral.
Álbum essencialThe Lamb Lies Down on Broadway
O último álbum de Peter Gabriel com o Genesis é uma extensa narrativa surreal cujos personagens e motivos recorrentes fazem dele a obra conceitual mais ambiciosa da banda.
Álbum essencialNursery Cryme
A primeira declaração plena da formação clássica combina inquietação vitoriana, delicadeza acústica e súbita força do rock progressivo.
Achado menos óbvioFoxtrot
Um auge inicial indispensável, com Supper’s Ready ocupando um lado inteiro e a atmosférica Watcher of the Skies.
Achado menos óbvioWind and Wuthering
O último álbum de estúdio de Steve Hackett com o Genesis, rico em teclados outonais, passagens instrumentais e melancolia.
Achado menos óbvioDuke
Um disco de transição em que estruturas progressivas e a linguagem pop emergente da banda coexistem com sucesso.
Pink Floyd
The Piper at the Gates of Dawn
O álbum de estúdio definitivo de Syd Barrett combina canções surreais compactas, improvisação cósmica e a linguagem lúdica, porém instável, da psicodelia britânica. Use o contexto do álbum britânico padrão, salvo quando uma edição territorial for explicitamente identificada.
Álbum essencialThe Dark Side of the Moon
Um álbum conceitual contínuo, construído em estúdio, sobre pressão, tempo, dinheiro, mortalidade e fratura mental, unificado por sons e transições recorrentes.
Álbum essencialWish You Were Here
Um álbum sobre ausência, Syd Barrett, perda artística e a maquinaria da indústria musical, emoldurado pelo retorno da suíte Shine On.
Achado menos óbvioAnimals
Um álbum severo e politicamente carregado, construído com composições longas e uma perspectiva cada vez mais dominante de Roger Waters.
Achado menos óbvioThe Final Cut
Um disco sombrio, assombrado pela guerra, que funciona quase como um álbum solo de Roger Waters sob o nome Pink Floyd.
Achado menos óbvioObscured by Clouds
Um álbum de trilha sonora solto e melódico, situado entre a exploração do início dos anos 1970 e a era mundial dos álbuns conceituais.
Emerson, Lake & Palmer
Tarkus
Uma suíte que ocupa um lado inteiro, construída com seções recorrentes, escrita agressiva para órgão e a imagem absurda, porém memorável, de um tatu-tanque biomecânico.
Álbum essencialBrain Salad Surgery
A declaração de estúdio mais elaborada do ELP combina a suíte Karn Evil 9, uma produção de alto conceito e o universo visual de H. R. Giger.
Álbum essencialPictures at an Exhibition
Uma reconstrução roqueira ao vivo de Mussorgsky que demonstra como o ELP transformava material clássico, em vez de apenas reproduzi-lo.
Achado menos óbvioTrilogy
Um disco de piano exposto, intimidade acústica e escala sintetizada no qual três virtuoses mudam continuamente o tamanho e o caráter aparentes do mesmo trio.
Achado menos óbvioWorks Volume 1
Um álbum duplo de quatro lados transforma as diferenças entre Emerson, Lake e Palmer em sua arquitetura antes que o trio se reúna para duas obras de escala coletiva.
Achado menos óbvioBlack Moon
O trio original do ELP retorna depois de quase catorze anos, preservando a relação entre teclados, baixo e bateria enquanto aceita uma superfície digital mais densa e um peso dramático mais reflexivo.
Jethro Tull
Aqualung
Onze canções de contornos nítidos transitam entre a pressão do hard rock e o detalhe acústico íntimo, transformando questões de fé, exclusão e responsabilidade privada numa sequência de perspectivas mutáveis.
Álbum essencialThick as a Brick
Uma composição contínua, um poeta fictício de oito anos e um jornal paródico completo transformam a seriedade do álbum conceitual em sátira sem sacrificar disciplina musical.
Álbum essencialMinstrel in the Gallery
Um álbum intenso e menos comercial, no qual detalhe acústico e força elétrica são arranjados com controle dramático excepcional.
Achado menos óbvioA Passion Play
Uma jornada contínua pela vida, morte e um além instável transforma motivos recorrentes, mudanças abruptas de cena e uma fábula cômica de animais num denso mecanismo teatral.
Achado menos óbvioSongs from the Wood
Folk prog inglês caloroso construído em torno de imagens sazonais, contraponto vocal e uma sonoridade renovada de conjunto.
Achado menos óbvioHeavy Horses
A vida rural não é fantasia nem fuga aqui: detalhe acústico, escrita vigorosa de conjunto e a imagem do cavalo de trabalho medem o que a mudança tecnológica deixa para trás.
Gentle Giant
Octopus
Oito composições compactas transformam hard rock, contraponto, colorido de câmara, alternância vocal e trocas instrumentais abruptas na declaração mais concentrada do Gentle Giant.
Álbum essencialFree Hand
Um novo selo e uma sensação de libertação aguçam o equilíbrio mais convidativo do Gentle Giant entre contraponto vocal, viradas rítmicas duras, colorido medieval e formas de canção memoráveis.
Álbum essencialThe Power and the Glory
A autoridade política torna-se um sistema musical fechado de proclamações, acordos, aspirações e represálias, emoldurado por uma ideia inicial que retorna numa forma final mais dura.
Achado menos óbvioThree Friends
O primeiro álbum conceitual do Gentle Giant acompanha três amigos de infância rumo ao trabalho braçal, à arte e à administração, usando material recorrente para tornar audível a distância social.
Achado menos óbvioInterview
Uma entrevista fictícia à imprensa torna-se moldura para cansaço com a indústria, identidade pública e sete composições que continuam mudando os termos da conversa.
Achado menos óbvioIn a Glass House
Seis composições emolduradas por vidro quebrando transformam confinamento, julgamento e experiência numa das declarações de estúdio mais duras e concentradas do Gentle Giant.
Van der Graaf Generator
Pawn Hearts
O Van der Graaf Generator comprime perigo coletivo, identidade dividida e o isolamento de um faroleiro em três obras longas sob máxima pressão emocional.
Álbum essencialH to He, Who Am the Only One
Cinco canções de forma longa transformam predação, isolamento, autoridade fracassada, intimidade perdida e exílio interestelar no disco que fixou a identidade clássica de órgão e saxofone do Van der Graaf Generator.
Álbum essencialStill Life
O quarteto reunido desacelera seu ataque sem reduzir a intensidade, usando cinco composições espaçosas para testar imortalidade, desejo, solidão e fé na continuidade humana.
Achado menos óbvioGodbluff
O Van der Graaf Generator retorna depois de três anos separado com quatro composições testadas na estrada, uma sonoridade despojada de Rockfield e nenhum interesse em recriar o passado.
Achado menos óbvioWorld Record
O quarteto clássico estende sua linguagem de Rockfield rumo à força conduzida pela guitarra, máscaras públicas, um acerto de contas de vinte minutos com a composição e uma despedida inesperadamente aberta.
Achado menos óbvioVital
A formação final do Van der Graaf nos anos mil novecentos e setenta conduz material antigo e novo por violino, violoncelo, baixo, saxofone e uma mixagem ao vivo que preserva a apresentação no Marquee como impacto, não como monumento.
Camel
The Snow Goose
O Camel transforma a novela de guerra de Paul Gallico numa jornada instrumental contínua, usando temas recorrentes, guitarra e flauta líricas, teclados, seção rítmica e cor orquestral contida.
Álbum essencialMoonmadness
O Camel traz as vozes de volta depois de The Snow Goose e transforma as personalidades contrastantes do quarteto original em sete peças fluidas, equilibradas entre canção, movimento com inflexão jazzística e espaço noturno.
Álbum essencialMirage
O disco da virada: guitarra melódica, interação com o órgão e longas peças de temática fantástica apresentadas com calor, não com grandiloquência.
Achado menos óbvioRain Dances
Richard Sinclair e Mel Collins redesenham o ritmo, a voz e a paleta de sopros do Camel, enquanto Brian Eno, metais e harpa ampliam um álbum de nove faixas que transita entre canções concisas e um jazz-rock luminoso.
Achado menos óbvioNude
O Camel remodela a história do resistente japonês Hiroo Onoda num ciclo majoritariamente instrumental sobre obediência, isolamento, retorno tardio e a impossibilidade de voltar ao tempo comum.
Achado menos óbvioRajaz
Andrew Latimer reconstrói o Camel em torno da guitarra, de um ritmo espaçoso e da cadência imaginada de uma viagem pelo deserto, acompanhado por Colin Bass, Dave Stewart, teclados remotos de Ton Scherpenzeel e o violoncelo de Barry Phillips.
Rush
2112
O Rush responde à pressão por material mais curto com uma suíte distópica de vinte minutos e depois usa cinco canções independentes para provar que ambição, economia de hard rock e detalhe de estúdio podem ocupar o mesmo disco.
Álbum essencialHemispheres
O Rush encerra a história de Cygnus com um argumento de dezoito minutos entre razão e sentimento e depois comprime circunstâncias mutáveis, política florestal e os pesadelos de Alex Lifeson num lado de álbum exigente e preciso.
Álbum essencialMoving Pictures
O Rush comprime a escala de seus anos progressivos em sete peças nitidamente definidas, fazendo métrica ímpar, cor de sintetizador, força de hard rock e inquietação contemporânea parecerem imediatas, não proibitivas.
Achado menos óbvioA Farewell to Kings
O Rush deixa para trás o estúdio conhecido, ampliando cores acústicas, sintetizadores e percussão por seis canções que passam de alerta cívico a sonho imortal e finalmente ao buraco negro de Cygnus X-um.
Achado menos óbvioGrace Under Pressure
O Rush transforma tensão da Guerra Fria, luto privado, ansiedade tecnológica e defensividade cotidiana em oito canções rigidamente controladas, nas quais superfícies eletrônicas nunca apagam a força física do trio.
Achado menos óbvioCounterparts
Um retorno mais pesado e direto nos anos 1990, reconectando o trio à força física conduzida pela guitarra.
Procol Harum
A Salty Dog
O Procol Harum coloca sua grande viagem marítima orquestral ao lado de blues, calipso, texturas camerísticas e três vozes principais diferentes, fazendo da diversidade — não de um enredo náutico contínuo — a força dominante do terceiro álbum.
Álbum essencialShine On Brightly
O Procol Harum aguça o diálogo entre órgão e piano, a guitarra de blues e a inquietação surreal de Keith Reid antes de dedicar o segundo lado a uma suíte de cinco partes que trata a busca espiritual como teatro, memória e recorrência musical.
Álbum essencialProcol Harum
A estreia do Procol Harum transforma teclados duplos, canto carregado de soul, guitarra de blues e a lógica onírica de Keith Reid em dez faixas do álbum britânico cuja identidade é mais rica — e complicada — que o single acrescentado à edição americana.
Achado menos óbvioInício
Um novo Procol Harum de quatro integrantes dá maior peso à guitarra de Robin Trower e à bateria de B.J. Wilson, enquanto nove canções de Keith Reid transformam morte, punição, corrupção e escolha no álbum compacto mais sombrio da banda.
Achado menos óbvioGrand Hotel
O Procol Harum reconstrói um álbum abandonado ao redor de Mick Grabham, das orquestrações de Gary Brooker e de nove cenas de Keith Reid nas quais vida grandiosa, trabalho duro, perda particular e espetáculo público continuam trocando de lugar.
Achado menos óbvioProcol's Ninth
Jerry Leiber e Mike Stoller levam o Procol Harum ao Ramport Studios para um disco mais claro e duro de dez canções, colocando oito originais de Brooker–Reid ao lado das duas primeiras versões em álbuns de estúdio da banda.
Soft Machine
Third
Quatro composições ocupam os quatro lados de um álbum duplo, definindo o cruzamento de Canterbury entre instrumentação de rock, desenvolvimento jazzístico e improvisação coletiva.
Álbum essencialVolume Two
Reformado em torno do baixo fuzz de Hugh Hopper, o Soft Machine comprime canções, piadas, sopros, enigmas rítmicos e dois grandes desenhos ocupando lados inteiros em trinta e três minutos que apontam decisivamente do pop psicodélico para o jazz rock.
Álbum essencialVolume One
Gravado em Nova York entre datas da turnê de Hendrix, o único álbum do Soft Machine com Kevin Ayers transforma o repertório ao vivo de um trio sem guitarra em treze peças conectadas de órgão fuzz, baixo melódico, bateria explosiva, canção frágil e ruptura antipsicodélica.
Achado menos óbvioFourth
O último álbum de estúdio do Soft Machine com Robert Wyatt remove completamente os vocais, amplia o quarteto com cinco convidados do jazz e equilibra três peças concentradas no primeiro lado com Virtually, de Hugh Hopper, em quatro partes.
Achado menos óbvioFifth
O primeiro álbum do Soft Machine depois de Robert Wyatt se divide nitidamente entre as sessões voláteis de Phil Howard em mil novecentos e setenta e um e o lado mais comedido de John Marshall em mil novecentos e setenta e dois, com Elton Dean, Hugh Hopper e Mike Ratledge buscando espaço dentro de ambos.
Achado menos óbvioSix
O Soft Machine transforma seu sexto álbum num autorretrato duplo: onze peças ligadas de concerto mostram o novo quarteto Jenkins–Marshall em movimento, enquanto quatro composições de estúdio testam repetição, melodia e abstração em condições controladas.
Caravan
In the Land of Grey and Pink
O quarteto original do Caravan equilibra a sagacidade pastoral de Richard Sinclair, o pop conciso de Pye Hastings e Nine Feet Underground, de David Sinclair, ocupando um lado inteiro, enquanto os sopros de Jimmy Hastings transformam a fantasia inglesa em cor de conjunto.
Álbum essencialFor Girls Who Grow Plump in the Night
Pye Hastings conduz o Caravan por canções concisas, seções emparelhadas e a suíte orquestral A Hunting We Shall Go, enquanto a viola de Geoff Richardson, o baixo de John G. Perry e o retorno dos teclados de David Sinclair redesenham a sonoridade da banda.
Álbum essencialIf I Could Do It All Over Again, I'd Do It All Over You
O segundo álbum do Caravan transforma as vozes contrastantes do quarteto original, o órgão de David Sinclair e os sopros de Jimmy Hastings num programa de oito faixas em que o pop conciso e a construção em várias partes trocam continuamente de função.
Achado menos óbvioWaterloo Lily
O único álbum do Caravan com Steve Miller substitui o centro guiado pelo órgão de David Sinclair por Wurlitzer, blues e interação aberta de jazz, enquanto Richard Sinclair, Pye Hastings e um conjunto cuidadosamente arranjado de sopros e cordas puxam o disco em várias direções produtivas.
Achado menos óbvioCunning Stunts
O primeiro álbum de estúdio do Caravan com Mike Wedgwood distribui vozes principais e composições por um quinteto recém-estabilizado, depois entrega um lado inteiro a David Sinclair e John Murphy para transformar teatro, metais, teclados e jogos de palavras em The Dabsong Conshirtoe.
Achado menos óbvioBlind Dog at St. Dunstans
O primeiro álbum de estúdio do Caravan com Jan Schelhaas troca a arquitetura guiada pelo órgão de David Sinclair por uma sequência de canções mais luminosa, mas os arranjos minuciosos, as cores dos sopros e duas construções interligadas mantêm plenamente ativa a inteligência progressiva da banda.
Focus
Moving Waves
Lançado no mercado doméstico como Focus II e internacionalmente como Moving Waves, o segundo álbum do Focus reúne a guitarra cortante de Jan Akkerman, os teclados, a flauta e a voz extraordinária de Thijs van Leer, uma nova seção rítmica refinada e Eruption, com vinte e três minutos.
Álbum essencialFocus 3
Com Bert Ruiter completando seu quarteto clássico, o Focus estende melodia concisa, intimidade de alaúde e flauta, contraponto e improvisação aberta por um LP duplo cujos extremos são Sylvia, de três minutos, e Anonymus II, que atravessa um lado inteiro.
Álbum essencialIn and Out of Focus
Lançado originalmente nos Países Baixos como Focus Plays Focus, o álbum de estreia da banda combina canções vocais, desenvolvimento jazz-rock e o primeiro instrumental numerado Focus; edições internacionais o remodelaram em torno do single conduzido por flauta House of the King.
Achado menos óbvioHamburger Concerto
O Focus responde à mudança de formação com um álbum de miniatura renascentista, peças vigorosas de quarteto e um concerto em seis movimentos no segundo lado que transforma memória clássica, teclados analógicos e dinâmica do rock numa forma contínua.
Achado menos óbvioShip of Memories
Montado por Mike Vernon a partir de gravações inéditas feitas entre mil novecentos e setenta e mil novecentos e setenta e cinco, Ship of Memories é um álbum de arquivo do Focus cuja coerência vem de uma sequência cuidadosa, não de uma única sessão, formação ou plano criativo.
Renaissance
Scheherazade and Other Stories
Três histórias independentes conduzem a uma suíte de nove partes no segundo lado, em que piano, violão, baixo móvel, percussão, coro e a London Symphony Orchestra carregam uma narrativa de sobrevivência por meio da contação de histórias.
Álbum essencialAshes Are Burning
A formação clássica do Renaissance entra em foco por seis composições distintas: melodia de filme russo, canção folk íntima, cena portuária emoldurada por Debussy, arranjo compacto de cordas e uma faixa-título de onze minutos coroada pelo solo convidado de Andy Powell.
Álbum essencialTurn of the Cards
O primeiro álbum de estúdio da formação clássica plenamente estabelecida do Renaissance equilibra três formas de nove minutos com intimidade folk, austeridade de órgão e um retrato literário final inspirado em Soljenítsin.
Achado menos óbvioNovella
Um álbum em que as ambições orquestrais continuam se expandindo para além do auge de meados dos anos 1970.
Achado menos óbvioA Song for All Seasons
O oitavo álbum de estúdio do Renaissance coloca duas composições de longa duração ao lado de seis canções concisas, unindo a formação clássica de cinco integrantes e a Royal Philharmonic Orchestra à produção refinada de David Hentschel.
Achado menos óbvioAzure d'Or
O nono álbum de estúdio do Renaissance substitui sessões orquestrais e épicas prolongadas por dez peças concisas, overdubs densos, cor de sintetizador e a última aparição em estúdio da formação clássica Haslam–Dunford–Tout–Camp–Sullivan.
Supertramp
Crime of the Century
O terceiro álbum do Supertramp apresenta o quinteto clássico por meio de oito canções encenadas com precisão sobre educação, isolamento, performance, instabilidade e confinamento, produzidas com Ken Scott em três estúdios londrinos.
Álbum essencialBreakfast in America
O sexto álbum de estúdio do Supertramp equilibra cinco composições de Roger Hodgson com cinco de Rick Davies, refinando Wurlitzer, piano de cauda, saxofone, guitarra e vozes principais nitidamente separadas numa sequência de dez canções.
Álbum essencialEven in the Quietest Moments
O quinto álbum de estúdio do Supertramp vai do pop acústico de mãos abertas de Give a Little Bit aos onze minutos de Fool's Overture, unindo execuções no Caribou Ranch a overdubs em Los Angeles e uma mixagem cuidadosamente detalhada.
Achado menos óbvioCrisis? What Crisis?
Gravado depois da turnê de consagração de Crime of the Century, o quarto álbum do Supertramp combina composições antigas com material recém-concluído, ampliando a linguagem de Wurlitzer, saxofone, guitarra e dois vocalistas do quinteto clássico.
Achado menos óbvioFamous Last Words
O sétimo álbum de estúdio do Supertramp alterna cinco canções de Roger Hodgson com quatro de Rick Davies, preservando as vozes divididas, teclados, guitarra, sopros e seção rítmica da formação clássica numa última sequência de estúdio.
Kansas
Leftoverture
O quarto álbum de estúdio do Kansas coloca Carry On Wayward Son, acrescentada tardiamente, antes de sete composições construídas com teclados gêmeos, guitarras, violino, vocais dos seis integrantes e uma seção rítmica gravada no Studio in the Country.
Álbum essencialPoint of Know Return
O quinto álbum de estúdio do Kansas reúne singles compactos, um instrumental de teclado de dois minutos e três composições extensas numa sequência meticulosamente arranjada pelo sexteto clássico.
Álbum essencialSong for America
O segundo álbum de estúdio do Kansas contrapõe três canções compactas de hard rock à épica faixa-título, a um drama de câmara sobrenatural e a uma meditação de doze minutos sobre vida, morte e continuidade espiritual.
Achado menos óbvioMasque
O segundo álbum do Kansas lançado em mil novecentos e setenta e cinco une quatro canções compactas a duas construções de seis a sete minutos e um final de nove minutos, acentuando o contraste do sexteto clássico entre hard rock e forma progressiva americana.
Achado menos óbvioMonolith
Um álbum de transição pouco valorizado do fim dos anos 1970, anterior a grandes mudanças de formação e estilo.
Achado menos óbvioAudio-Visions
O sétimo álbum de estúdio do Kansas preserva a formação completa de seis integrantes enquanto coloca a escrita espiritual cada vez mais explícita de Kerry Livgren ao lado das canções diretas de rock de Steve Walsh, e singles compactos ao lado de duas construções de sete minutos.
Curved Air
Phantasmagoria
O primeiro álbum do Curved Air com o baixista Mike Wedgwood coloca as composições de Darryl Way conduzidas pelo violino no primeiro lado ao lado dos experimentos eletrônicos e de conjunto de Francis Monkman, com a voz de Sonja Kristina conectando os dois mundos.
Álbum essencialSecond Album
O segundo álbum de estúdio do Curved Air coloca cinco canções conduzidas por Darryl Way no primeiro lado e três composições de Francis Monkman no segundo, transformando uma divisão interna de escrita numa sequência que vai de Back Street Luv à expansiva Piece of Mind.
Álbum essencialAir Conditioning
Gravada depois que o material foi testado ao vivo, a estreia do Curved Air passa da compacta It Happened Today por eletrônica instrumental e sete minutos e meio de Vivaldi, enquanto seu formato pioneiro de picture disc transforma movimento em arte da capa.
Achado menos óbvioMidnight Wire
O quinto álbum de estúdio do Curved Air une os fundadores que retornam Sonja Kristina e Darryl Way a Mick Jacques e Stewart Copeland, com John G. Perry e Peter Wood ocupando papéis cruciais de estúdio num programa compacto de sete faixas.
Achado menos óbvioLovechild
Lovechild reúne quatro demos do Curved Air com gravações separadas associadas a John O'Hara, Eddie Jobson e Kirby Gregory, preservando um valioso trabalho de mil novecentos e setenta e três num lançamento cuja autorização original e identidade como álbum foram profundamente contestadas.
Magma
Mëkanïk Dëstruktïẁ Kömmandöh
A declaração operística definidora do Magma, cantada em kobaïano e impulsionada por ritmo cerimonial, repetição coral e força cumulativa avassaladora.
Álbum essencialKöhntarkösz
O álbum de estúdio de mil novecentos e setenta e quatro do Magma se centra em Köhntarkösz, obra em duas partes de Christian Vander, emoldurada por Ork Alarm, de Jannick Top, e pela serena homenagem a John Coltrane, Coltrane Sündïa.
Álbum essencialMagma
Lançada originalmente como o álbum duplo autointitulado Magma e depois conhecida como Kobaïa, a estreia de mil novecentos e setenta apresenta o mito migratório de Christian Vander por meio de um conjunto de oito integrantes com seção rítmica, guitarra, piano, metais, sopros e vozes.
Achado menos óbvioUdu Wudu
O álbum de estúdio de mil novecentos e setenta e seis do Magma combina um primeiro lado variado, com cinco composições curtas, a De Futura, obra de dezoito minutos de Jannick Top, transformando uma formação instável numa declaração nitidamente dividida.
Achado menos óbvioAttahk
Gravado no Château d'Hérouville no fim de mil novecentos e setenta e sete, Attahk coloca a voz principal de Christian Vander no centro de sete composições concisas moldadas por baixo funk, respostas de gospel, teclados sobrepostos e metais.
Achado menos óbvioRetrospektiw
Retrospektïẁ é o projeto editorial extraído dos concertos de décimo aniversário do Magma em junho de mil novecentos e oitenta: Retrospektïẁ III, com três faixas, e o duplo Retrospektïẁ I–II, hoje comumente ouvidos juntos.
Hatfield and the North
The Rotters' Club
O segundo álbum de estúdio do Hatfield and the North comprime canções, transições em miniatura e argumentação de jazz-rock no lado um, antes que Mumps, de Dave Stewart, em quatro partes, ocupe a maior parte do lado dois.
Álbum essencialHatfield and the North
Gravada no The Manor no fim de mil novecentos e setenta e três, a estreia do Hatfield and the North reúne uma seção rítmica de Canterbury de quatro integrantes, Robert Wyatt, as Northettes e sopros selecionados em quinze faixas estreitamente conectadas.
Achado menos óbvioAfters
A compilação de dezesseis faixas lançada pela Virgin em mil novecentos e oitenta combina o single de mil novecentos e setenta e quatro, seleções dos dois álbuns de estúdio e três performances derivadas de shows num panorama póstumo do Hatfield and the North.
Jefferson Airplane
Surrealistic Pillow
O sucesso comercial decisivo que cristalizou a sonoridade de San Francisco em torno de canções concisas, contraste vocal e atmosfera psicodélica. O álbum uniu Grace Slick à base folk e blues da banda e deu à contracultura dois singles emblemáticos.
Álbum essencialVolunteers
O quinto álbum de estúdio do Jefferson Airplane foi gravado no Wally Heider Studios e lançado pela RCA Victor em novembro de mil novecentos e sessenta e nove, reunindo o sexteto clássico a um círculo próximo de convidados.
Álbum essencialAfter Bathing at Baxter's
Gravado na RCA em Hollywood e lançado em novembro de mil novecentos e sessenta e sete, o terceiro álbum do Jefferson Airplane organiza onze faixas em cinco grupos nomeados, ao mesmo tempo que oferece a Kantner, Slick, Kaukonen, Casady e Dryden um novo espaço composicional.
Achado menos óbvioCrown of Creation
O quarto álbum de estúdio do Jefferson Airplane foi gravado na RCA em Hollywood e lançado em mil novecentos e sessenta e oito, condensando a linguagem experimental do sexteto clássico em onze faixas de autoria separada.
Achado menos óbvioBless Its Pointed Little Head
Compilado de apresentações de outubro de mil novecentos e sessenta e oito no Fillmore West e de novembro de mil novecentos e sessenta e oito no Fillmore East, o primeiro álbum ao vivo do Jefferson Airplane reformula dez faixas em torno da dinâmica de palco do sexteto clássico.
Achado menos óbvioBark
O sexto álbum de estúdio do Jefferson Airplane inaugurou o catálogo da Grunt Records em setembro de mil novecentos e setenta e um, apresentando uma formação sem Balin nem Dryden em onze canções excepcionalmente independentes.
The Grateful Dead
American Beauty
Gravado no Wally Heider Studios e lançado em umº de novembro de mil novecentos e setenta, o quinto álbum de estúdio do Grateful Dead une o imaginário de Robert Hunter a detalhes acústicos, harmonias próximas e dez formas precisas de canção.
Álbum essencialLive/Dead
Lançado em dez de novembro de mil novecentos e sessenta e nove, o primeiro álbum oficial ao vivo do Grateful Dead reúne sete performances do Avalon Ballroom e do Fillmore West num LP duplo de setenta e cinco minutos.
Álbum essencialWorkingman's Dead
Gravado no Pacific High durante três semanas no início de mil novecentos e setenta, o quarto álbum de estúdio do Grateful Dead concentra o mundo de oito canções de Robert Hunter em arranjos enxutos, colorido country e harmonia vocal agora central.
Achado menos óbvioAnthem of the Sun
O segundo álbum do Grateful Dead, lançado em dezoito de julho de mil novecentos e sessenta e oito, transforma sessões de estúdio e meses de gravações de shows numa montagem em cinco partes cujas fontes mudam dentro da música.
Achado menos óbvioAoxomoxoa
Lançado em vinte de junho de mil novecentos e sessenta e nove, o terceiro álbum de estúdio do Grateful Dead foi sua primeira gravação autoproduzida em dezesseis pistas e a primeira cujo programa lírico completo veio de Robert Hunter.
Achado menos óbvioEurope '72
Lançado em novembro de mil novecentos e setenta e dois, Europe ’setenta e dois seleciona performances da turnê de abril-maio do Grateful Dead e as remodela com mixagem cuidadosa, vocais substituídos e trabalho adicional de estúdio.
The Doors
The Doors
Lançado pela Elektra em quatro de janeiro de mil novecentos e sessenta e sete, The Doors captura o repertório inicial do quarteto numa produção vívida em quatro pistas cuja identidade conduzida pelo órgão já soa completa.
Álbum essencialStrange Days
Lançado em vinte e cinco de setembro de mil novecentos e sessenta e sete, Strange Days revisita canções do repertório inicial do The Doors e usa uma tela de estúdio maior para aprofundar sua sonoridade, não para repetir a estreia.
Álbum essencialL.A. Woman
Lançado em dezenove de abril de mil novecentos e setenta e um, L.A. Woman abandona a escala orquestral recente do The Doors, acrescenta Jerry Scheff e Marc Benno e registra a banda tocando em grande parte ao vivo dentro de sua sala de trabalho em West Hollywood.
Achado menos óbvioThe Soft Parade
Lançado em dezoito de julho de mil novecentos e sessenta e nove, The Soft Parade é o álbum original mais orquestrado do The Doors: um experimento de estúdio longo e caro cujos metais, cordas e cores country remodelam a banda, em vez de apenas ampliá-la.
Achado menos óbvioAn American Prayer
Lançado em dezessete de novembro de mil novecentos e setenta e oito, An American Prayer é uma construção póstuma: Manzarek, Krieger e Densmore se reúnem em torno de gravações anteriores de poesia falada de Jim Morrison para criar um epílogo literário-musical.
13th Floor Elevators
The Psychedelic Sounds of the 13th Floor Elevators
Lançada em novembro de mil novecentos e sessenta e seis, a estreia do trezeth Floor Elevators une a voz urgente de Roky Erickson, a guitarra cortante de Stacy Sutherland e o jarro amplificado de Tommy Hall a uma filosofia de percepção excepcionalmente explícita.
Álbum essencialEaster Everywhere
Lançado em mil novecentos e sessenta e sete, Easter Everywhere é o segundo álbum de estúdio mais espaçoso do trezeth Floor Elevators: dez faixas de guitarras entrelaçadas, jarro elétrico, seções rítmicas mutáveis e uma escrita visionária de consistência incomum.
Achado menos óbvioLive
Lançado pela International Artists em mil novecentos e sessenta e oito, Live não é um álbum de concerto, mas uma compilação de dez faixas com masters de estúdio, versões alternativas e sobras acompanhadas por aplausos artificiais — um artefato comprometido que ainda preserva performances valiosas dos Elevators.
Achado menos óbvioBull of the Woods
Lançado em mil novecentos e sessenta e nove, Bull of the Woods é o terceiro e último álbum de estúdio do trezeth Floor Elevators: um disco mais sombrio e conduzido pela guitarra, montado enquanto o grupo original se dissolvia, com Stacy Sutherland assumindo o papel principal na composição e nos vocais.
Love
Forever Changes
Lançado pela Elektra em um de novembro de mil novecentos e sessenta e sete, Forever Changes une as canções de Arthur Lee e Bryan MacLean à precisão acústica do Love e à escrita para cordas e metais de David Angel em onze performances estreitamente conectadas.
Álbum essencialDa Capo
Lançado pela primeira vez nos Estados Unidos em novembro de mil novecentos e sessenta e seis, Da Capo é o segundo álbum do Love, com sete faixas, unindo seis canções curtas de variedade incomum a Revelation, uma performance de um lado inteiro enraizada no repertório de clubes da banda.
Álbum essencialLove
Lançado pela Elektra na primavera de mil novecentos e sessenta e seis, Love é a estreia de quatorze faixas do grupo: uma versão de estúdio dura e econômica do repertório do Bido Lito’s, liderada por Arthur Lee, mas ampliada pela primeira composição de Bryan MacLean e por três adaptações.
Achado menos óbvioFour Sail
Lançado pela Elektra em mil novecentos e sessenta e nove, Four Sail é o quarto álbum de estúdio do Love e o primeiro da nova formação de Arthur Lee com Jay Donnellan, Frank Fayad e George Suranovich — um conjunto de dez faixas guiado por guitarra e selecionado de um corpo maior de gravações.
Achado menos óbvioFalse Start
Lançado pela Blue Thumb em dezembro de mil novecentos e setenta, False Start é o sexto álbum de estúdio do Love, com dez faixas: um encontro conciso de hard rock, acentos de funk, fraseado soul e a composição inquieta de Arthur Lee, aberto por uma única participação documentada de Jimi Hendrix.
The Byrds
Younger Than Yesterday
Lançado pela Columbia em seis de fevereiro de mil novecentos e sessenta e sete, Younger Than Yesterday é o quarto álbum dos Byrds, com onze faixas, produzido por Gary Usher: uma encruzilhada concisa de estúdio em que a composição de Chris Hillman se expande, David Crosby reivindica mais espaço e convidados selecionados ampliam o som do quarteto.
Álbum essencialThe Notorious Byrd Brothers
Lançado pela Columbia em janeiro de mil novecentos e sessenta e oito, The Notorious Byrd Brothers é o quinto álbum dos Byrds, com onze faixas, produzido por Gary Usher durante as saídas de David Crosby e Michael Clarke: uma sequência de estúdio densamente conectada que vai da energia sintética a uma transmissão final de ficção científica.
Álbum essencialSweetheart of the Rodeo
Lançado pela Columbia em trinta de agosto de mil novecentos e sessenta e oito, Sweetheart of the Rodeo é o sexto álbum dos Byrds, com onze faixas, produzido por Gary Usher, com Gram Parsons e Kevin Kelley se juntando a Roger McGuinn e Chris Hillman: uma gravação country fundamental cujos vocais lançados e arquivo posterior devem ser cuidadosamente distinguidos.
Achado menos óbvioMr. Tambourine Man
Lançado pela Columbia em vinte e um de junho de mil novecentos e sessenta e cinco, Mr. Tambourine Man é o álbum de estreia dos Byrds, com doze faixas, produzido por Terry Melcher: um disco que une Bob Dylan e outros repertórios folk ao ritmo elétrico, dando às canções originais de Gene Clark igual importância estrutural.
Achado menos óbvioFifth Dimension
Lançado pela Columbia em dezoito de julho de mil novecentos e sessenta e seis, Fifth Dimension é o terceiro álbum dos Byrds, com onze faixas, produzido por Allen Stanton depois da saída de Gene Clark: uma transição inquieta cuja sequência original culmina na construção com motores a jato de dois-quatro-dois Fox Trot.
Achado menos óbvioUntitled
Lançado pela Columbia em novembro de mil novecentos e setenta, (Untitled) é o álbum duplo de dezesseis faixas dos Byrds: sete apresentações ao vivo seguidas por nove gravações de estúdio de Roger McGuinn, Clarence White, Skip Battin e Gene Parsons, produzidas por Terry Melcher e Jim Dickson.
Traffic
John Barleycorn Must Die
Lançado pela Island em julho de mil novecentos e setenta, John Barleycorn Must Die é o quarto álbum de estúdio do Traffic, com seis faixas, feito por Steve Winwood, Jim Capaldi e Chris Wood depois de sessões iniciadas como projeto solo de Winwood: um encontro espaçoso entre jazz-rock, balada folk e artesanato de composição.
Álbum essencialMr. Fantasy
Lançado pela Island em dezembro de mil novecentos e sessenta e sete, Mr. Fantasy é a estreia britânica do Traffic, com dez faixas, produzida por Jimmy Miller e gravada por Eddie Kramer: um álbum deliberadamente variado cuja sequência original difere bastante da configuração americana Heaven Is in Your Mind, com doze faixas.
Álbum essencialThe Low Spark of High Heeled Boys
Lançado pela Island em novembro de mil novecentos e setenta e um, The Low Spark of High Heeled Boys é o quinto álbum de estúdio do Traffic, com seis faixas, produzido por Steve Winwood com Chris Wood, Jim Capaldi, Ric Grech, Jim Gordon e Reebop Kwaku Baah formando um conjunto ampliado e flexível.
Achado menos óbvioTraffic
Lançado pela Island em outubro de mil novecentos e sessenta e oito, Traffic é o segundo álbum do grupo, com dez faixas, produzido por Jimmy Miller depois que Dave Mason voltou temporariamente a Steve Winwood, Jim Capaldi e Chris Wood: um disco deliberadamente dividido cujos contrastes se tornam sua identidade.
Achado menos óbvioShoot Out at the Fantasy Factory
Lançado pela Island em janeiro de mil novecentos e setenta e três, Shoot Out at the Fantasy Factory é o sexto álbum de estúdio do Traffic, com cinco faixas, produzido por Steve Winwood e Jim Capaldi em Strawberry Hill, na Jamaica, com David Hood e Roger Hawkins remodelando a seção rítmica.
Achado menos óbvioOn the Road
Lançado pela Island em outubro de mil novecentos e setenta e três, On the Road é o álbum duplo britânico ao vivo do Traffic, com seis faixas, gravado na Alemanha com Steve Winwood, Jim Capaldi, Chris Wood, David Hood, Roger Hawkins, Reebop Kwaku Baah e Barry Beckett ampliando material de três discos de estúdio.
Quicksilver Messenger Service
Happy Trails
Lançado pela Capitol em março de mil novecentos e sessenta e nove, Happy Trails é o segundo álbum de dez faixas, majoritariamente ao vivo, do Quicksilver Messenger Service, construído por John Cipollina, Gary Duncan, David Freiberg e Greg Elmore ao redor de interpretações extensas de Bo Diddley, Calvary e uma breve despedida de Dale Evans.
Álbum essencialShady Grove
Lançado pela Capitol em dezembro de mil novecentos e sessenta e nove, Shady Grove é o terceiro álbum de nove faixas do Quicksilver Messenger Service, gravado por John Cipollina, David Freiberg, Greg Elmore e o recém-integrado tecladista Nicky Hopkins durante a ausência de Gary Duncan.
Álbum essencialQuicksilver Messenger Service
Lançado pela Capitol em maio de mil novecentos e sessenta e oito, Quicksilver Messenger Service é o álbum de estreia de seis faixas do grupo, interpretado por John Cipollina, Gary Duncan, David Freiberg e Greg Elmore, com um programa de estúdio que abrange Hamilton Camp, Dino Valenti e composições originais do conjunto.
Achado menos óbvioJust for Love
Lançado pela Capitol em agosto de mil novecentos e setenta, Just for Love é o quarto álbum de nove faixas do Quicksilver Messenger Service: a estreia em gravações do fundador Dino Valenti, o retorno de Gary Duncan e um retiro de estúdio no Havaí transformado na declaração mais centrada em canções que o grupo havia feito até então.
Achado menos óbvioWhat About Me
Lançado pela Capitol em dezembro de mil novecentos e setenta, What About Me é o quinto álbum de dez faixas do Quicksilver Messenger Service, combinando a escrita social e romântica direta de Dino Valenti com composições distintas de John Cipollina, David Freiberg e Nicky Hopkins.
Moby Grape
Moby Grape
Lançado pela Columbia em junho de mil novecentos e sessenta e sete, Moby Grape é uma estreia de treze faixas de Peter Lewis, Jerry Miller, Bob Mosley, Skip Spence e Don Stevenson, produzida por David Rubinson e construída sobre autoria democrática, troca vocal e um ataque compacto de três guitarras.
Álbum essencialWow
Lançado pela Columbia em abril de mil novecentos e sessenta e oito, Wow é o segundo álbum do Moby Grape, com doze faixas, produzido por David Rubinson e deliberadamente ampliado com orquestração, efeitos de estúdio, o foxtrote a setenta e oito rpm de Arthur Godfrey e canções fortemente contrastantes dos cinco integrantes originais.
Álbum essencialGrape Jam
Lançado pela Columbia em abril de mil novecentos e sessenta e oito como complemento de Wow com capa separada, Grape Jam é um álbum de estúdio de cinco faixas gravado em Nova York, construído com performances de blues semi-improvisadas do Moby Grape e participações específicas de Al Kooper, Mike Bloomfield e Michael Hayworth.
Achado menos óbvioMoby Grape '69
Lançado pela Columbia em trinta de janeiro de mil novecentos e sessenta e nove, Moby Grape ’sessenta e nove é um terceiro álbum de onze faixas gravado principalmente por Peter Lewis, Jerry Miller, Bob Mosley e Don Stevenson, com Seeing, de Skip Spence, proveniente de outra sessão e colocada como declaração final.
Achado menos óbvioTruly Fine Citizen
Lançado pela Columbia em mil novecentos e sessenta e nove, Truly Fine Citizen é um álbum de onze faixas gravado em Nashville pelo trio restante do Moby Grape — Peter Lewis, Jerry Miller e Don Stevenson — com o baixista de estúdio Bob Moore e o produtor e arranjador Bob Johnston.
Spirit
The Twelve Dreams of Dr. Sardonicus
Lançado pela Epic em novembro de mil novecentos e setenta, Twelve Dreams of Dr. Sardonicus é o quarto álbum do Spirit, com doze faixas, produzido por David Briggs e composto por Randy California, Jay Ferguson, John Locke e pela autoria compartilhada do grupo.
Álbum essencialClear
Lançado pela Ode em mil novecentos e sessenta e nove, Clear é o terceiro álbum do Spirit, com doze faixas: seis canções concisas no primeiro lado e depois um segundo lado com predominância instrumental que carrega vestígios do trabalho do grupo para Model Shop, de Jacques Demy.
Álbum essencialSpirit
Lançada pela Ode em janeiro de mil novecentos e sessenta e oito, a estreia homônima do Spirit é um álbum de estúdio com onze faixas, produzido por Lou Adler, em que os arranjos de sopros e cordas de Marty Paich ampliam o vocabulário instrumental excepcionalmente amplo do quinteto original.
Achado menos óbvioFeedback
Lançado pela Epic em mil novecentos e setenta e dois, Feedback é o quinto álbum de estúdio do Spirit, com dez faixas, gravado pelos integrantes originais Ed Cassidy e John Locke com os irmãos Al e John Christian Staehely e produzido por David Briggs.
Achado menos óbvioTime Circle (1968–1972)
Lançada pela Epic/Legacy em julho de mil novecentos e noventa e um, Time Circle (mil novecentos e sessenta e oito–mil novecentos e setenta e dois) é uma antologia do Spirit em dois CDs e quarenta e um faixas, combinando seleções dos quatro primeiros álbuns do quinteto original com descartes, um single de mil novecentos e sessenta e nove, gravações de Model Shop e uma peça da era Potato Land.
The Pretty Things
S.F. Sorrow
Lançado pela Columbia na Grã-Bretanha em dezembro de mil novecentos e sessenta e oito, S.F. Sorrow é o quarto álbum de estúdio do The Pretty Things, com treze faixas, uma narrativa contínua produzida por Norman Smith e gravada no EMI Studios com contribuições de Skip Alan e Twink na bateria.
Álbum essencialParachute
Lançado pela Harvest em junho de mil novecentos e setenta, Parachute é o quinto álbum de estúdio do The Pretty Things, gravado em Abbey Road com o produtor Norman Smith e estruturado em torno de uma primeira face rica em medleys e cinco canções indexadas separadamente na segunda.
Álbum essencialGet the Picture?
Lançado pela Fontana em dezembro de mil novecentos e sessenta e cinco, Get the Picture? é o segundo álbum do The Pretty Things, com doze faixas, um LP britânico apenas em mono que equilibra originais de May–Taylor com material de blues, R&B e soul.
Achado menos óbvioEmotions
Lançado pela Fontana em mil novecentos e sessenta e sete, Emotions é o terceiro álbum de doze faixas do The Pretty Things, produzido por Steve Rowland e recoberto pelos arranjos orquestrais de Reg Tilsley durante uma importante transição de integrantes.
Achado menos óbvioFreeway Madness
Lançado em dezembro de mil novecentos e setenta e dois, Freeway Madness é o sexto álbum de estúdio do The Pretty Things, com dez faixas, e seu único LP pela Warner Bros. antes da mudança para a Swan Song.
Achado menos óbvioRage Before Beauty
Lançado pela Snapper em nove de março de mil novecentos e noventa e nove, Rage Before Beauty é um retorno de estúdio do The Pretty Things com catorze faixas e sessenta e quatro minutos, montado depois de dezenove anos sem um álbum novo da banda.
Country Joe and the Fish
Electric Music for the Mind and Body
Lançado pela Vanguard em maio de mil novecentos e sessenta e sete, Electric Music for the Mind and Body é a estreia de onze faixas do Country Joe and the Fish, gravada no Sierra Sound, em Berkeley, com o produtor Samuel Charters.
Álbum essencialI-Feel-Like-I'm-Fixin'-to-Die
Lançado pela Vanguard em novembro de mil novecentos e sessenta e sete, I-Feel-Like-I'm-Fixin'-to-Die é o segundo álbum do Country Joe and the Fish, com dez faixas, gravado principalmente em Nova York com o produtor Samuel Charters.
Álbum essencialTogether
Lançado pela Vanguard em mil novecentos e sessenta e oito, Together é o terceiro álbum do Country Joe and the Fish, com onze faixas, gravado em Nova York com a formação clássica de cinco integrantes e o produtor Samuel Charters.
Achado menos óbvioHere We Are Again
Lançado pela Vanguard em julho de mil novecentos e sessenta e nove, Here We Are Again é o quarto álbum do Country Joe and the Fish, com dez faixas, montado a partir de sessões em Nova York e San Francisco entre dezembro de mil novecentos e sessenta e oito e março de mil novecentos e sessenta e nove.
Achado menos óbvioC.J. Fish
Lançado pela Vanguard em maio de mil novecentos e setenta, C.J. Fish é o quinto álbum de estúdio do Country Joe and the Fish, com onze faixas, e seu último LP de estúdio original pelo selo.
Tomorrow
Kaleidoscope
Side Trips
Lançado pela Epic em mil novecentos e sessenta e sete, Side Trips é a estreia de dez faixas do Kaleidoscope americano: um encontro compacto de rock psicodélico, canção tradicional e instrumentos de diversas tradições de cordas.
Álbum essencialA Beacon from Mars
Catalogado aqui como álbum da Epic de mil novecentos e sessenta e oito, A Beacon from Mars é o segundo LP do Kaleidoscope, com oito faixas, equilibrando seis canções concisas e duas longas performances gravadas ao vivo no estúdio, sem overdubs.
Álbum essencialIncredible! Kaleidoscope
Lançado pela Epic em mil novecentos e sessenta e nove, Incredible! Kaleidoscope é o terceiro álbum da banda americana, com sete faixas, e o primeiro com o baixista Stuart Brotman e o baterista Paul Lagos.
Achado menos óbvioBernice
Lançado pela Epic em mil novecentos e setenta, Bernice é o quarto álbum de estúdio do Kaleidoscope, com dez faixas, e o LP final da fase original da banda na gravadora.
The Electric Prunes
I Had Too Much to Dream (Last Night)
Lançada pela Reprise em fevereiro de mil novecentos e sessenta e sete, a estreia de doze faixas do Electric Prunes é comumente identificada por seu sucesso de abertura, I Had Too Much to Dream (Last Night).
Álbum essencialUnderground
Lançado pela Reprise em agosto de mil novecentos e sessenta e sete, Underground é o segundo álbum do Electric Prunes, com doze faixas, e o último LP completo de estúdio centrado no material do próprio grupo original.
Álbum essencialMass in F Minor
Lançado pela Reprise em janeiro de mil novecentos e sessenta e oito, Mass in F Minor é uma ambientação psicodélica em seis movimentos, composta e arranjada por David Axelrod e executada por uma mistura documentada de integrantes do Electric Prunes e músicos externos.
Achado menos óbvioRelease of an Oath
Lançado pela Reprise em mil novecentos e sessenta e oito, Release of an Oath é uma obra de David Axelrod em sete partes creditada ao Electric Prunes, mas gravada principalmente por Richard Whetstone e um conjunto de estúdio de elite.
Achado menos óbvioJust Good Old Rock and Roll
Lançado pela Reprise em junho de mil novecentos e sessenta e nove, Just Good Old Rock and Roll é um álbum de hard rock com onze faixas, feito pela formação substituta do Electric Prunes em torno de Richard Whetstone, Mark Kincaid, Brett Wade, Ron Morgan e do organista de saída John Herron.
Blue Cheer
Vincebus Eruptum
Lançada pela Philips em janeiro de mil novecentos e sessenta e oito, a estreia de seis faixas do Blue Cheer registra Dickie Peterson, Leigh Stephens e Paul Whaley reduzindo o blues psicodélico a voz, baixo sobrecarregado, guitarra distorcida e bateria avassaladora.
Álbum essencialOutsideinside
Lançado pela Philips em agosto de mil novecentos e sessenta e oito, Outsideinside é o segundo álbum do Blue Cheer, com nove faixas, e o último LP do trio original de Dickie Peterson, Leigh Stephens e Paul Whaley.
Álbum essencialNew! Improved! Blue Cheer
Lançado pela Philips em março de mil novecentos e sessenta e nove, New! Improved! Blue Cheer é um terceiro álbum de nove faixas, dividido entre um primeiro lado mais enraizado de Bruce Stephens e Kellogg e três peças extensas de psicodelia pesada de Randy Holden no segundo lado.
Achado menos óbvioBlue Cheer
Lançado pela Philips em dezembro de mil novecentos e sessenta e nove, o quarto álbum homônimo do Blue Cheer, com dez faixas, reúne Dickie Peterson, Bruce Stephens, Ralph Burns Kellogg e o novo baterista Norman Mayell, com Gary Yoder como convidado antes de entrar na formação seguinte.
Achado menos óbvioThe Original Human Being
O quinto álbum dá continuidade à paleta mais ampla de hard rock e psicodelia da formação posterior. É diferente do álbum autointitulado de 1969.
Big Brother and the Holding Company
Cheap Thrills
Lançado pela Columbia em doze de agosto de mil novecentos e sessenta e oito, Cheap Thrills é o segundo álbum do Big Brother and the Holding Company, com sete faixas: seis performances de estúdio emolduradas por som de plateia e um final genuinamente ao vivo vindo do Winterland.
Álbum essencialBig Brother and the Holding Company
Lançada pela Mainstream em vinte e três de agosto de mil novecentos e sessenta e sete, a estreia de dez faixas do Big Brother and the Holding Company registra Janis Joplin, Peter Albin, Sam Andrew, James Gurley e Dave Getz em arranjos concisos de estúdio, gravados em dezembro de mil novecentos e sessenta e seis.
Álbum essencialBe a Brother
Lançado pela Columbia em outubro de mil novecentos e setenta, Be a Brother é o terceiro álbum do Big Brother and the Holding Company, com dez faixas, reunindo Sam Andrew, Peter Albin, James Gurley e Dave Getz a David Schallock e ao produtor e cantor Nick Gravenites.
Achado menos óbvioHow Hard It Is
Lançado pela Columbia em agosto de mil novecentos e setenta e um, How Hard It Is é o quarto álbum do Big Brother and the Holding Company, com dez faixas, gravado em São Francisco com Sam Andrew, Peter Albin, James Gurley, Dave Getz, David Schallock e um círculo bem delimitado de vocais convidados e tecladistas.
Achado menos óbvioLive at the Carousel Ballroom 1968
Um álbum ao vivo de arquivo, gravado no Carousel Ballroom em junho de 1968 e lançado em 2012, que captura a formação com Joplin em plena força de concerto.
The United States of America
The United States of America
O único álbum do grupo, unindo eletrônica experimental a ritmo de rock e sátira política numa forma que continua difícil de classificar.
Álbum complementarThe American Metaphysical Circus
O sucessor de Joseph Byrd com os Field Hippies, feito sem Dorothy Moskowitz. É um álbum complementar relacionado, de um artista com crédito diferente, e não um segundo álbum de estúdio do The United States of America.
The Incredible String Band
The Hangman's Beautiful Daughter
Lançado pela Elektra em março de mil novecentos e sessenta e oito, The Hangman's Beautiful Daughter é o terceiro álbum da Incredible String Band, com dez faixas, gravado no Sound Techniques por Robin Williamson e Mike Heron com Licorice McKechnie e um pequeno círculo de convidados.
Álbum essencialThe 5000 Spirits or the Layers of the Onion
Lançado pela Elektra em julho de mil novecentos e sessenta e sete, The cinco mil Spirits or the Layers of the Onion é o segundo álbum da Incredible String Band, com treze faixas, gravado no Sound Techniques por Robin Williamson e Mike Heron com quatro colaboradores em papéis cuidadosamente delimitados.
Álbum essencialWee Tam and the Big Huge
Lançado pela Elektra em novembro de mil novecentos e sessenta e oito, Wee Tam and the Big Huge é o quarto álbum da Incredible String Band, com dezoito faixas, concebido na Grã-Bretanha como um LP duplo e dividido em dois álbuns separados para o mercado americano.
Achado menos óbvioChanging Horses
Lançado pela Elektra em novembro de mil novecentos e sessenta e nove, Changing Horses é o quinto álbum da Incredible String Band, com seis faixas, gravado no Sound Techniques com Robin Williamson, Mike Heron, Licorice McKechnie e Rose Simpson apresentados como quarteto.
Achado menos óbvioI Looked Up
Lançado pela Elektra em abril de mil novecentos e setenta, I Looked Up é o sexto álbum da Incredible String Band, com seis faixas, produzido por Joe Boyd e tocado por Robin Williamson, Mike Heron, Licorice McKechnie e Rose Simpson, com Dave Mattacks em uma faixa.
Achado menos óbvioLiquid Acrobat as Regards the Air
Lançado pela Island em outubro de mil novecentos e setenta e um, Liquid Acrobat as Regards the Air é o nono álbum da Incredible String Band, com doze faixas, produzido por Stanley Schnier e gravado pela formação Williamson-Heron-McKechnie-Le Maistre com dois convidados em papéis delimitados.
Pearls Before Swine
One Nation Underground
Lançado pela ESP-Disk em outubro de mil novecentos e sessenta e sete, One Nation Underground é o álbum de estreia de dez faixas do Pearls Before Swine, gravado em quatro dias no Impact Sound por Tom Rapp, Wayne Harley, Lane Lederer e Roger Crissinger, com o percussionista Warren Smith.
Álbum essencialBalaklava
Um álbum de folk psicodélico antiguerra cuja arte histórica, performances frágeis e texturas incomuns fazem sua quietude parecer mais perturbadora, não menos.
Álbum essencialThese Things Too
Lançado pela Reprise em setembro de mil novecentos e sessenta e nove, These Things Too é o terceiro álbum de catorze faixas do Pearls Before Swine, gravado no Impact Sound enquanto Tom Rapp passava do grupo original para um conjunto de estúdio flexível.
Achado menos óbvioThe Use of Ashes
Lançado pela Reprise em agosto de mil novecentos e setenta, The Use of Ashes é o quarto álbum de dez faixas do Pearls Before Swine, gravado durante três dias de março no Woodland Studios com Tom e Elisabeth Rapp e um conjunto de Nashville creditado com precisão.
Achado menos óbvioBeautiful Lies You Could Live In
Lançado pela Reprise em novembro de mil novecentos e setenta e um, Beautiful Lies You Could Live In é o sexto álbum do Pearls Before Swine, com onze faixas, creditado a Tom Rapp / Pearls Before Swine e produzido entre os estúdios A&R, Aura Sound e Bearsville.
Can
Tago Mago
O álbum duplo central do Can e a expressão mais clara da formação com Damo Suzuki: groove de longa duração, construção radical com fitas, textura vocal de forma livre e uma sequência que passa do ritmo acessível à colagem extrema de estúdio.
Álbum essencialEge Bamyasi
Lançado pela United Artists em novembro de mil novecentos e setenta e dois, Ege Bamyasi é o quarto álbum de estúdio do Can, com sete faixas: o primeiro LP completo feito no Inner Space, em Weilerswist, e o disco que abriga Spoon, o sucesso que levou o grupo às paradas alemãs.
Álbum essencialFuture Days
Lançado pela United Artists em agosto de mil novecentos e setenta e três, Future Days é o quinto álbum de estúdio do Can, com quatro faixas, gravado no Inner Space e o último LP de estúdio com o vocalista Damo Suzuki.
Achado menos óbvioSoon Over Babaluma
Lançado pela United Artists em novembro de mil novecentos e setenta e quatro, Soon Over Babaluma é o primeiro álbum de estúdio do Can depois de Damo Suzuki, com cinco faixas, Michael Karoli e Irmin Schmidt dividindo os vocais e o grupo gravando diretamente em duas pistas pela última vez.
Achado menos óbvioLanded
Um álbum de transição de meados dos anos 1970, com uma superfície mais limpa e convencional, mas ainda impulsionado pela singular coordenação de conjunto do Can, por mudanças abruptas e pela resistência à estrutura comum do rock.
Achado menos óbvioDelay 1968
Uma coletânea de gravações inéditas da era Malcolm Mooney, feitas antes de Monster Movie e lançadas em 1981, essencial para ouvir a formação inicial da linguagem garageira, psicodélica e improvisacional da banda.
Neu!
Neu!
Lançado pela Brain em mil novecentos e setenta e dois, Neu! é a estreia de seis faixas de Klaus Dinger e Michael Rother, gravada no estúdio Windrose, em Hamburgo, e produzida pela dupla com o engenheiro Conny Plank.
Álbum essencialNeu! '75
Lançado pela Brain em mil novecentos e setenta e cinco, Neu! ’setenta e cinco é o terceiro álbum de estúdio de Michael Rother e Klaus Dinger, com seis faixas: o primeiro lado é tocado pela dupla, e o segundo acrescenta Thomas Dinger e Hans Lampe na bateria.
Achado menos óbvioNeu! 2
Lançado pela Brain em mil novecentos e setenta e três, Neu! dois é o segundo álbum de Klaus Dinger e Michael Rother, com onze faixas e produção conjunta com Conny Plank: quatro peças novas no lado um e sete apresentações alteradas de Neuschnee e Super no lado dois.
Kraftwerk
Trans-Europe Express
Lançado em março de mil novecentos e setenta e sete, Trans-Europe Express é o sexto álbum de estúdio do Kraftwerk, com sete faixas: uma versão em inglês de Trans Europa Express cujos dois lados passam do panorama continental e de autoimagens instáveis a uma suíte ferroviária contínua.
Álbum essencialThe Man-Machine
Lançado em maio de mil novecentos e setenta e oito, The Man-Machine é o sétimo álbum de estúdio do Kraftwerk, com seis faixas, gravado no Kling Klang e mixado no Studio Rudas: um ciclo bilíngue de pop eletrônico sobre robôs, espetáculo metropolitano e o ponto em que a performance humana encontra a forma programada.
Álbum essencialComputer World
Lançado em maio de mil novecentos e oitenta e um, Computer World é o oitavo álbum de estúdio do Kraftwerk, com sete faixas, gravado no Kling Klang e lançado em inglês como correspondente de Computerwelt: um ciclo preciso sobre instituições, cálculo, números, terminais privados e desejo mediado pela tecnologia.
Achado menos óbvioRadio-Activity
O álbum de transição entre Autobahn e a sonoridade plenamente depurada do quarteto no fim dos anos 1970, organizado em torno de transmissão de rádio, radiação, estática, sinal e breves peças interligadas.
Achado menos óbvioTour de France Soundtracks
O último álbum de estúdio do Kraftwerk com material novo amplia o conceito ciclístico de 1983 numa obra completa de ritmo físico, respiração, movimento e produção digital polida.
Achado menos óbvioAutobahn
Lançado em novembro de mil novecentos e setenta e quatro, Autobahn é o quarto álbum de estúdio do Kraftwerk, com cinco faixas: uma viagem-título de um lado inteiro por Ralf Hütter e Florian Schneider, seguida por quatro instrumentais mais curtos, gravados com Wolfgang Flür, Klaus Röder e o engenheiro-produtor Conny Plank.
Tangerine Dream
Phaedra
Lançado pela Virgin em fevereiro de mil novecentos e setenta e quatro, Phaedra é o quinto álbum de estúdio do Tangerine Dream, com quatro faixas, gravado no Manor em novembro de mil novecentos e setenta e três por Edgar Froese, Christopher Franke e Peter Baumann: sua primeira declaração pela Virgin e a consagração de uma linguagem movida por sequenciadores depois associada à Escola de Berlim.
Álbum essencialRubycon
Lançado pela Virgin em março de mil novecentos e setenta e cinco, Rubycon é o sexto álbum de estúdio do Tangerine Dream, dividido em duas partes e gravado no Manor por Edgar Froese, Christopher Franke e Peter Baumann com o engenheiro Mick Glossop: um desenvolvimento completo, em dois lados, da linguagem de sequenciadores inaugurada por Phaedra.
Álbum essencialRicochet
Lançado pela Virgin em dezembro de mil novecentos e setenta e cinco, Ricochet é o primeiro álbum ao vivo do Tangerine Dream: duas longas peças instrumentais montadas a partir de gravações feitas durante os concertos do trio em mil novecentos e setenta e cinco na Grã-Bretanha e na França, com a segunda parte baseada principalmente no Fairfield Halls, em Croydon.
Achado menos óbvioStratosfear
Lançado pela Virgin em mil novecentos e setenta e seis, Stratosfear é o oitavo álbum do Tangerine Dream e o último disco regular de estúdio do trio clássico Edgar Froese, Christopher Franke e Peter Baumann: quatro peças instrumentais gravadas no Audio Studios, em Berlim, durante agosto.
Achado menos óbvioSorcerer
Lançado pela MCA em mil novecentos e setenta e sete, Sorcerer é o primeiro álbum de trilha sonora do Tangerine Dream: doze peças instrumentais de Edgar Froese, Christopher Franke e Peter Baumann, compostas a partir do roteiro de William Friedkin antes que o trio tivesse visto as imagens do filme.
Achado menos óbvioAlpha Centauri
Lançado pela Ohr em março de mil novecentos e setenta e um, Alpha Centauri é o segundo álbum de estúdio do Tangerine Dream, com três faixas, feito por Edgar Froese, Christopher Franke e Steve Schroyder no estúdio de Dieter Dierks perto de Colônia, com contribuições adicionais de flauta, voz e sintetizador.
Faust
Faust
Lançado pela Polydor em mil novecentos e setenta e um, Faust é o álbum de estreia de três faixas do grupo alemão, criado em Wümme por um conjunto de seis integrantes com o produtor Uwe Nettelbeck e o engenheiro Kurt Graupner e depois editado em vinil transparente numa capa translúcida com a radiografia de um punho.
Álbum essencialSo Far
Lançado pela Polydor em mil novecentos e setenta e dois, So Far é o segundo álbum do Faust, com nove faixas, gravado em Wümme por Werner Diermaier, Hans Joachim Irmler, Jean-Hervé Péron, Rudolf Sosna e Gunther Wüsthoff com o produtor Uwe Nettelbeck e o engenheiro Kurt Graupner.
Álbum essencialThe Faust Tapes
Lançado pela Virgin em mil novecentos e setenta e três, The Faust Tapes é uma colagem de dois lados, originalmente sem títulos, montada pelo produtor Uwe Nettelbeck a partir de gravações do Faust feitas em Wümme entre junho de mil novecentos e setenta e um e junho de mil novecentos e setenta e três e depois vendida na Grã-Bretanha por quarenta e nove pence.
Achado menos óbvioFaust IV
Lançado pela Virgin em mil novecentos e setenta e três, Faust IV foi gravado em junho no Manor, em Oxfordshire, pela formação de cinco integrantes do Faust com o produtor Uwe Nettelbeck e o engenheiro Kurt Graupner, distribuindo oito peças comumente indexadas por dois lados cujos rótulos originais contêm ambiguidades conhecidas de divisão de títulos e sequência.
Achado menos óbvioFaust Wakes Nosferatu
Música criada para acompanhar ao vivo Nosferatu, de F. W. Murnau, e lançada em 1997 em edições separadas de CD e vinil com material substancialmente diferente. As edições em CD e vinil contêm material substancialmente diferente.
Achado menos óbvioThe Faust Concerts Vol. I
Um documento do retorno do Faust, gravado no Prinzebar, em Hamburgo, em 1990 e lançado em 1994, mostrando como ferramentas industriais, passagens acústicas, eletrônica e desordem coletiva chegaram ao palco.
Amon Düül II
Yeti
Lançado pela Liberty em mil novecentos e setenta, Yeti é o segundo álbum do Amon Düül II: um LP duplo em quatro lados, produzido pela banda com Olaf Kübler e com engenharia de Willi Schmidt, que combina dois lados de material estruturado com Yeti, Yeti Talks to Yogi e Sandoz in the Rain como improvisações explicitamente creditadas.
Álbum essencialPhallus Dei
Lançado pela Liberty em mil novecentos e sessenta e nove, Phallus Dei é o álbum de estreia de cinco faixas do Amon Düül II, produzido por Olaf Kübler: quatro peças no primeiro lado e a obra-título de aproximadamente vinte e um minutos ocupando o segundo.
Álbum essencialTanz der Lemminge
Lançado pela Liberty em mil novecentos e setenta e um, Tanz der Lemminge é o terceiro álbum de estúdio do Amon Düül II: um LP duplo cujo primeiro disco contém duas suítes vocais extensas e cujo segundo apresenta quatro peças agrupadas como Chamsin Soundtrack.
Achado menos óbvioWolf City
Gravado no Bavaria Musikstudios, em Munique, em julho de mil novecentos e setenta e dois, Wolf City é o quinto álbum de estúdio do Amon Düül II: um LP de sete faixas pela Liberty, produzido por Olaf Kübler e com engenharia de Peter Kramper.
Achado menos óbvioVive la Trance
Lançado pela United Artists em mil novecentos e setenta e três, Vive La Trance é um álbum de estúdio de onze faixas do Amon Düül II, gravado e remixado no Bavaria Studios, com remixagem adicional no Union Studio, em Munique, produzido pela banda com Olaf Kübler e com engenharia de Peter Kramper.
Achado menos óbvioHijack
Lançado em mil novecentos e setenta e quatro, Hijack — grafado Hi-Jack na Alemanha — reúne o núcleo que retornava ao Amon Düül II com o produtor Jürgen Korduletsch, conhecido como Wild Willy, e um grande grupo de colaboradores nos metais, nas cordas e nos teclados.
Popol Vuh
Hosianna Mantra
Hosianna Mantra é o terceiro álbum do Popol Vuh, documentado primeiro na Itália em mil novecentos e setenta e dois, antes da edição alemã da Pilz em mil novecentos e setenta e três: oito peças indexadas agrupadas nos ciclos de lado Hosianna-Mantra e Das V. Buch Mose.
Álbum essencialAguirre
O álbum construído em torno da música para o filme Aguirre, a Cólera dos Deuses, de Werner Herzog, de 1972, lançado pela primeira vez como álbum em 1975 e centrado em atmosfera coral de Mellotron, distância cinematográfica e repetição ameaçadora.
Álbum essencialAffenstunde
Lançado pela Liberty na Alemanha em mil novecentos e setenta, Affenstunde é a estreia instrumental do Popol Vuh: três peças agrupadas como Ich mache einen Spiegel no lado um e a obra-título de quase dezenove minutos no lado dois.
Achado menos óbvioEinsjäger & Siebenjäger
Gravado no Bavaria Tonstudio, em Munique, em maio de mil novecentos e setenta e quatro, Einsjäger & Siebenjäger é o quinto álbum de estúdio do Popol Vuh: cinco obras curtas no lado um e uma faixa-título de dezenove minutos em todo o lado dois.
Achado menos óbvioDas Hohelied Salomos
Gravado no Bavaria Tonstudio, em Munique, em fevereiro de mil novecentos e setenta e cinco, Das Hohelied Salomos é o sexto álbum de estúdio do Popol Vuh: nove musicalizações originais extraídas do Cântico dos Cânticos bíblico, produzidas por Florian Fricke e Reinhard Langowski.
Achado menos óbvioHerz aus Glas
Lançado pela Brain em mil novecentos e setenta e sete e também conhecido como Cœur de verre, Herz aus Glas é um álbum instrumental de sete faixas do Popol Vuh associado ao filme de Werner Herzog, embora apenas Engel der Gegenwart e Hüter der Schwelle apareçam no longa.
Ash Ra Tempel
Ash Ra Tempel
Gravada no Star Studio, em Hamburgo, em março de mil novecentos e setenta e um, a estreia autointitulada do Ash Ra Tempel é um LP da Ohr com duas faixas: Amboss, com quase vinte minutos, no lado um, e Traummaschine, com vinte e cinco minutos, no lado dois, com engenharia de Conny Plank.
Álbum essencialSchwingungen
Lançado pela Ohr em mil novecentos e setenta e dois, Schwingungen é o segundo álbum do Ash Ra Tempel: duas peças contrastantes no primeiro lado, Light: Look at Your Sun e Darkness: Flowers Must Die, seguidas por Suche & Liebe, que ocupa todo o segundo lado.
Álbum essencialJoin Inn
Lançado pela Ohr em mil novecentos e setenta e três, Join Inn reúne novamente Manuel Göttsching, Hartmut Enke e Klaus Schulze em duas obras que ocupam um lado inteiro, gravadas no Studio Dierks depois do trabalho em Tarot, de Walter Wegmüller.
Achado menos óbvioStarring Rosi
Gravado no Studio Dierks em julho e agosto de mil novecentos e setenta e três, Starring Rosi é um LP de sete faixas da Kosmische Musik centrado em Manuel Göttsching e Rosi Müller, com Harald Grosskopf na bateria e Dieter Dierks contribuindo com engenharia, baixo, percussão e arranjo de coro.
Achado menos óbvioLe Berceau de Cristal
Uma trilha sonora minimalista e meditativa gravada em 1975 para o filme de Philippe Garrel e lançada comercialmente pela primeira vez no início dos anos 1990. Os catálogos divergem entre 1993 e 1994. Os catálogos divergem entre 1993 e 1994.
Cluster
Cluster II
Lançado pela Brain em mil novecentos e setenta e dois, Cluster II é o segundo álbum do duo, com seis faixas, construído por Dieter Moebius e Hans-Joachim Roedelius com o produtor e engenheiro Conny Plank a partir de sessões de janeiro no Star-Studio e de uma apresentação no Fabrik.
Álbum essencialZuckerzeit
Lançado pela Brain em mil novecentos e setenta e quatro, Zuckerzeit é o terceiro álbum do Cluster, com dez faixas: cinco peças compostas individualmente por Hans-Joachim Roedelius, cinco por Dieter Moebius e um novo vocabulário rítmico moldado em Forst com o coprodutor Michael Rother.
Álbum essencialSowiesoso
Lançado pela Sky Records em mil novecentos e setenta e seis, Sowiesoso é o quarto álbum do Cluster, com sete faixas, gravado por Dieter Moebius e Hans-Joachim Roedelius em dois dias em Forst e mixado no estúdio de Conny Plank.
Achado menos óbvioCluster
Lançada pela Philips em mil novecentos e setenta e um como Cluster, a estreia contém três obras instrumentais sem título, identificadas por suas durações aproximadas, gravadas em janeiro no Star-Studio de Hamburgo por Dieter Moebius, Hans-Joachim Roedelius e pelo produtor e engenheiro Conny Plank.
Álbum complementarCluster & Eno
A primeira colaboração direta em estúdio entre o Cluster e Brian Eno, acrescentando os tratamentos e a contenção melódica de Eno à paisagem eletrônica da dupla, com convidados como Holger Czukay.
Álbum complementarAfter the Heat
O segundo álbum da colaboração Cluster–Eno, creditado a Eno Moebius Roedelius e avançando ainda mais por canções compactas, vocais e miniaturas eletrônicas atmosféricas.
Harmonia
Musik von Harmonia
A estreia, gravada em 1973 e lançada em janeiro de 1974, apresenta o equilíbrio mais puro entre o movimento melódico límpido de Rother e a eletrônica cálida e instável do Cluster.
Álbum essencialDeluxe
O segundo álbum de estúdio mais polido, moldado com Conny Plank e fortalecido por uma presença rítmica e vocal mais clara, preservando o equilíbrio do trio entre melodia e abstração.
Álbum essencialLive 1974
Uma gravação de concerto de março de 1974, lançada em 2007, que apresenta o Harmonia numa forma mais longa, livre e improvisada que a dos dois álbuns de estúdio.
Álbum complementarTracks and Traces
Gravações feitas com Brian Eno em Forst, em setembro de 1976, e lançadas pela primeira vez em 1997 como Harmonia 76. A reedição ampliada de 2009 é creditada a Harmonia & Eno '76. As sessões não foram lançadas comercialmente em 1976.
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